segunda-feira, 6 de julho de 2009

O prazer da solidão.

A revista VEJA dessa semana traz o tema das redes sociais na internet e afirma que ter amigos virtuais não aplaca a solidão.
Eu já acho o contrário... os amigos virtuais são todos simpáticos, só aparecem quando querem realmente conversar , te dão bons conselhos, são leais, sinceros e o melhor de tudo: você não sente mau hálito!!!
Viva a internê...

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Guto disse...

A solidão doida e doída não tem nada a ver com internet nem meia internet. Nem com o fato de você ter, como era a vontade do Roberto Carlos, um milhão de amigos, ou um apenas. De você estar sem parceiras (os) sexuais, ou ter mais amantes que o Casanova. Pode acontecer da pessoa estar do lado "positivo" de todas essas situações acima e, de repente, sem quê, nem por quê, sentir-se solitário.

A solidão é sentimento, claro, não um estado físico, não sei se me explico bem. Talvez o Amir Klink não se sentisse solitário preso no gelo da Antártida, mas preso igualmente no barato da sua paixão pela aventura. (Claro, Robinson Crusoe, é exagerado, mas por isso que é só personagem de ficção!).

Sendo sentimento, não tem jeito: a gente sente porque sente, não porque quer.

Agora, Revista VEJA: deixa de implicância com a internet! Eu me divirto a beça com o MSN... Na verdade, eu gostaria de ser sempre tão bem-humorado quanto sou num papo do MSN e no orkut...

Claudia disse...

Preciso porque estou curiosa, ler a tal Veja sobre o dito tema, mas concordo com a Rê...resumidamente, amigos virtuais, na maioria das vezes, são OK.